domingo, 15 de maio de 2011

Estreia Curta-Metragem ENTRADO



19h // 21 Maio // Imaginarius // Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira

ENTRADO

documentário . 2011 . 27′

Realização e Montagem_Paula Preto

Pós-produção Áudio_Pedro Santos

Música_Fernando Rodrigues

Produção_PELE

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Curso Teatro do Oprimido no FestiClown



Curso de Teatro do Oprimido no FestiClown em Vigo//Junho. Inscrevam-se...

sábado, 23 de abril de 2011

1º Ciclo de Narrativas na FPCEUP

Painel 2: Justiça e Apoio Social
29 Abril
Moderação: Prof.ª Doutora Celina Manita

Hugo Cruz – Psicólogo; Pós-graduado em Teatro Social e Intervenção Socio- -Educativa pela Universidade Ramon Llull; Professor na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto; Especialista em Teatro e Comunidade. Desenvolve o seu trabalho no âmbito de Projectos Artístico-Comunitários, dos quais se destaca o Projecto ENTRADO no Estabelecimento Prisional do Porto; Director Artístico da PELE – Espaço de Contacto Social e Cultural

entre outros convidados

info.

domingo, 10 de abril de 2011

"Retratos de Família" na Gulbenkian




No âmbito do 5º. Encontro – “Respostas: Problemas de Crianças e Famílias em Meio Escolar”, nos dias 6 e 7 de Maio, no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, o Espectáculo "Retratos de Família" será apresentado.
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quarta-feira, 23 de março de 2011

METO A COLHER!? no São Luiz



METO A COLHER!?

PELE
LARGO DO PICADEIRO - DAS 16H00 ÀS 20H00

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Esta instalação/performance contínua resulta da pesquisa e aprofundamento do tema da violência doméstica, ao longo dos últimos cinco anos, através de vários projectos com diferentes populações, nomeadamente vítimas e agressores.

Numa estrutura em forma de cubo, vários intérpretes alternam entre si e recriam quadros domésticos, retratando as diferentes formas de violência no contexto da esfera privada. Como fundo, uma sonoridade constante e cíclica que sustenta a violência doméstica e a improvisação dos intérpretes.

Diz o ditado popular que “Entre marido e mulher ninguém mete a colher!”. Pegando nesta máxima tão profundamente enraizada no quotidiano dos portugueses, esta proposta transfere o espaço privado para o espaço público, desnudando-se aquilo que muitas vezes preferimos não ver, ouvir ou saber.

O público opta se entra, ou não, neste espaço íntimo, para que simbolicamente possa, ou não, “meter a colher”.

Esta instalação / performance integra em cena pessoas da comunidade de Lisboa, que participaram num Laboratório Artístico nos dias anteriores à apresentação.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Arte e a Polis